A jornalista Dora Kramer finalizou da seguinte maneira o seu artigo do último sábado, 21 de março:
"RESISTÊNCIA
A ex-senadora Heloisa Helena está fora de cena há mais de dois anos. No entanto, resiste emparelhada com Dilma Rousseff, em cena diariamente há um ano."
"RESISTÊNCIA
A ex-senadora Heloisa Helena está fora de cena há mais de dois anos. No entanto, resiste emparelhada com Dilma Rousseff, em cena diariamente há um ano."
Ambas aparecem nas pesquisas com 11% da preferência do eleitorado.
A ex-senadora e ex-candidata à presidência Heloísa Helena foi eleita vereadora de Maceió no ano passado. Seu destaque na mídia nacional tem sido ínfimo, para não dizer nulo. Dilma Rousseff, pelo contrário, aparece quase diariamente, muitas vezes a pretexto de qualquer banalidade: sua presença no carnaval do Recife, a cirurgia plástica que realizou, etc.
Muitos jornalistas se empolgam com a possibilidade de termos uma mulher presidente, caso Rousseff seja eleita; se esquece a maioria de mencionar a nordestina Helena, brava e combativa, perseguida pelo PT de Dilma, e que mostra ser bastante querida do povo e por ele lembrada mesmo tão ausente dos holofotes da mídia.
Seu semblante de mulher simples e guerreira não engana ninguém: beleza que se confunde com dignidade; não beleza sinônimo de artificialidade. Não se escora em nenhum padrinho político importante; volta ao seio do povo, para exercer o mais humilde mandato popular: o de vereadora.
Ela, Heloísa Helena, é uma esperança para todos os que se opuseram ao governo antinacional e entreguista de Fernando Henrique Cardoso e se frustraram com o governo tíbio e de comportamento ético condenável de Luís Inácio da Silva.
Harmonizam-se em Heloísa Helena o compromisso social de um lado e, de outro, o compromisso ético.
Entre a ministra e a vereadora, fico com a coragem e a integridade da vereadora - quiçá, caso decidamos superar o atraso da falsa dicotomia entre PT x PSDB, futura presidente do Brasil.
A ex-senadora e ex-candidata à presidência Heloísa Helena foi eleita vereadora de Maceió no ano passado. Seu destaque na mídia nacional tem sido ínfimo, para não dizer nulo. Dilma Rousseff, pelo contrário, aparece quase diariamente, muitas vezes a pretexto de qualquer banalidade: sua presença no carnaval do Recife, a cirurgia plástica que realizou, etc.
Muitos jornalistas se empolgam com a possibilidade de termos uma mulher presidente, caso Rousseff seja eleita; se esquece a maioria de mencionar a nordestina Helena, brava e combativa, perseguida pelo PT de Dilma, e que mostra ser bastante querida do povo e por ele lembrada mesmo tão ausente dos holofotes da mídia.
Seu semblante de mulher simples e guerreira não engana ninguém: beleza que se confunde com dignidade; não beleza sinônimo de artificialidade. Não se escora em nenhum padrinho político importante; volta ao seio do povo, para exercer o mais humilde mandato popular: o de vereadora.
Ela, Heloísa Helena, é uma esperança para todos os que se opuseram ao governo antinacional e entreguista de Fernando Henrique Cardoso e se frustraram com o governo tíbio e de comportamento ético condenável de Luís Inácio da Silva.
Harmonizam-se em Heloísa Helena o compromisso social de um lado e, de outro, o compromisso ético.
Entre a ministra e a vereadora, fico com a coragem e a integridade da vereadora - quiçá, caso decidamos superar o atraso da falsa dicotomia entre PT x PSDB, futura presidente do Brasil.
